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Como softwares Open Source não têm custo de licença, é possível se investir mais em serviços e treinamento, e assim garantir melhor retorno dos investimentos em TI.

O que é Open Source?

Todo mundo já ouviu falar em Linux: A adoção deste sistema operacional é um fenômeno que está ganhando um grande impulso no mundo corporativo nos últimos anos, chegando a desafiar a gigante Microsoft. Mas por quê?

Linux é um sistema desenvolvido sob o modelo Open Source: ele é um software de utilização livre, para quem quiser. E todos podem contribuir com ele, seja no seu desenvolvimento, seja na correção de erros, seja na documentação, desde que a condição de liberdade seja mantida. Este paradigma revolucionou a maneira com que softwares são desenvolvidos, baixou os custos de desenvolvimento e aumentou a agilidade, resultando em softwares de excelente qualidade e em constante evolução. E o Linux demonstrou que é possível levar este conceito até chegar a um sistema operacional completo, de qualidade superior aos disponíveis no mercado. Para saber mais sobre esta maneira de desenvolver software, leia o excelente texto de Eric Raymond “The Cathedral and the Bazaar”.

Mas o Linux é apenas um exemplo entre tantos outros de softwares complexos e de alta qualidade que este modo de desenvolver gerou. Outros exemplos são:

  • Apache, o servidor Web mais utilizado no mundo

  • Sendmail, o servidor de e-mail mais robusto e seguro

  • BIND, servidor de DNS responsável pela quase totalidade dos servidores de nomes da Internet

  • jBoss, servidor de aplicações compatível com J2EE

  • PostgreSQL, servidor de base de dados SQL

  • gcc, o melhor compilador “C” que existe

  • etc, etc e etc...

A lista é extensa, e cresce a cada dia, como podemos ver, por exemplo, no site SourceForge.net. Na verdade, os primeiros projetos de desenvolvimento de softwares livres datam de 1983 (veja no site do projeto GNU), e desde lá, universidades e empresas têm apoiado de maneira crescente este movimento.