Após lançar conta digital,
Banco PAN incorpora PIX

Pouco tempo depois de lançar a sua conta digital, em fevereiro de 2020,
o banco cumpriu todas as etapas de testes e lançou o pagamento instantâneo dentro do prazo.

Assista ao vídeo

Saiba como foi a trajetória da nossa
parceria digital com o Banco PAN, desde a
situação inicial até os resultados finais!

Marque uma conversa com a gente

Situação inicial

O Banco PAN estava com um novo desafio: implementar o PIX, sistema para transferências de modo instantâneo. Um projeto muito estratégico, complexo e no qual foi preciso correr contra o tempo para garantir uma entrega completa e com muita qualidade.

Solução

Estivemos no projeto desde o planejamento da estratégia até a implementação, apoiando em todo o processo de desenvolvimento para que ocorresse conforme o esperado! Os times se dividiram entre aqueles que desenvolveram as funcionalidades móveis, de front-end e os focados no back-end. No mobile, as APIs foram desenvolvidas para os dois principais sistemas operacionais: Android e iOS. No front-end, para a plataforma iOS foi usada a linguagem Swift e para Android o desenvolvimento de aplicativo nativo ocorreu em linguagem Kotlin. No back-end, utilizamos linguagem Java em framework Spring, microsserviços e nuvem AWS.

Resultados

Apesar dos vários desafios durante o processo, os resultados positivos alcançados com o projeto foram graças à organização e alta capacidade das equipes em todas as frentes. Isto fez com que o Banco PAN saísse na frente de outras instituições financeiras ao colocar o sistema no ar nas datas estipuladas pelo Banco Central!

Marque uma conversa com a gente

Continue lendo para saber mais

Você vai demorar 5 minutos para ler o case completo

Um marco na história das instituições financeiras

O dia 16 de novembro de 2020 ficará para sempre marcado na memória das instituições financeiras. Foi quando um novo sistema de pagamentos começou a operar: à parte do tradicional Sistema Brasileiro de Pagamentos (SPB), o Banco Central do Brasil (BCB) colocou em funcionamento o Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), batizado de PIX. O que para a população significou uma maneira mais fácil, mais rápida e sem custo de transferir dinheiro, para as instituições financeiras foi o resultado de um árduo trabalho contra o relógio.

Pouco tempo depois de lançar a sua conta digital, em fevereiro de 2020, o Banco PAN lidou com o desafio de colocar no ar o PIX. Com um cronograma apertado e prazos rígidos por parte do BCB, o Banco PAN optou por priorizar a implementação do PIX como um de seus principais projetos no ano de 2020.

“Todas as instituições financeiras sabiam que teriam um curto período de desenvolvimento para este novo meio de pagamento. Estamos debatendo desde 2018 isso. O PAN participava das reuniões junto ao Banco Central e demais participantes do mercado, e, de posse do calendário de implementação, montou um robusto time projeto do PIX dentro do PAN”, conta Henrique Marise, responsável pelo time de meios de pagamentos do Banco PAN

No início de 2020, ficou definido que haveria uma squad dedicada e exclusiva para tocar o PIX, e a Dextra foi chamada para compor o time, com 15 especialistas. Além de lançar o sistema na data estipulada, o BCB, ao longo do processo, fez antecipações. “Tínhamos o cronograma de testes, tanto do DICT tanto do SPI. Já na primeira rodada, de liquidações, cumprimos com o prazo.”, ressalta Marise. O DICT é o diretório de identificadores de contas transacionais, serviço do arranjo PIX que permite buscar detalhes de contas transacionais com chaves de endereçamento mais convenientes para quem faz um pagamento.

Entre em contato

Marque uma conversa

Destacamos que o Banco PAN participou de todas as entregas, inclusive, das facultativas. Durante o processo de desenvolvimento da plataforma, o cronograma incialmente previsto foi antecipado, obrigando o PAN e sua squad a se replanejarem e correrem contra o tempo: o BCB determinou que seria necessário estar com a plataforma pronta para os clientes fazerem o pré-cadastramento das chaves entre 5 de outubro a 3 de novembro, o que não estava previsto.

“Essa demanda não tinha sido programada e surgiu em 22/07/2020, durante o processo de desenvolvimento da plataforma. Foi um adiantamento do Banco Central que conseguimos cumprir”, lembra Rodrigo Romero, Head de Negócios da Dextra.

Depois, o Banco PAN também participou da fase preliminar de abertura, o soft launch, que começou em 3 de novembro e antecedeu o lançamento oficial em 16 de novembro. O período, diz Romero, se mostrou essencial para identificar e resolver possíveis disfunções.

A modalidade de pagamento instantâneo foi inserida no aplicativo da conta digital e, desde 16 de novembro, as transações PIX estão disponíveis para todos os clientes do PAN. O PIX, atualmente, é o principal meio usado pelos correntistas para fazer transações, tendo superado a TED — Transferência Eletrônica Disponível.

Além disso, o PAN acrescentou dois diferenciais ao seu PIX. Quando abre a conta, o cliente encontra imediatamente a possibilidade de cadastrar a chave PIX, diretamente no onboarding. A outra inovação foi a inserção de um atalho no aplicativo móvel, antes de entrar na área ‘logada’, que direciona para o PIX, deixando mais fácil e ágil o acesso e proporcionando ao cliente uma experiência mais fluida.

“O PIX foi um desafio para todos do mercado e um aprendizado único. Temos de lembrar que a TED foi lançada há 20 anos, e não participamos da implementação dessa funcionalidade; agora, o PIX é outro marco dentro do mercado financeiro”, resume Henrique Marise.

Desenvolvimento paralelo

Contar com squads paralelos ao PIX, à parte do time digital, foi fundamental para o sucesso do projeto, na visão do superintendente de tecnologia do Banco PAN, Cícero Menezes. “Montamos um calendário dos times de forma que os desenvolvimentos ocorriam em paralelo e iriam se encontrar no meio do caminho. Estipulamos, por exemplo, datas para a junção dos códigos”, conta Menezes. “Foi desafiador fazer esta junção e garantir que o aplicativo que estava no ar não seria afetado. Fazer separado foi a chave do sucesso, já que o aplicativo da conta digital continuava evoluindo e não quisemos atrapalhar o andamento”, acrescenta o superintendente.

Da parte da Dextra, os times se dividiram também entre aqueles que desenvolveram as funcionalidades móveis, de front-end e os focados no back-end. No mobile, as APIs foram desenvolvidas para os dois principais sistemas operacionais (SO): Android, do Google, e iOS, da Apple. Foram criados dois módulos distintos e iguais, um para cada sistema, que foram integrados à plataforma da conta digital, o que exigiu um trabalho em conjunto com o time de conta corrente.

No que diz respeito ao front-end, utilizamos plataformas nativas: iOS com a linguagem Swift e para Android com a linguagem Kotlin. No back-end, utilizou-se linguagem Java em framework Spring, com microsserviços e hospedagem em cloud AWS.

O back-end se integra à plataforma de sistema de gerenciamento de pagamento instantâneo (GI). “O GI foi sendo desenvolvido conforme nós também desenvolvíamos o back-end. Isso foi um enorme desafio, porque íamos criando pensando no que poderia vir, partindo do princípio de que seria de um determinado jeito. Além disso, o BCB alterava coisas durante o caminho e tínhamos de corrigir a tempo”, conta Érica Turcarelli, Líder de Squad da Dextra.

Entre os principais obstáculos enfrentados no projeto, Érica Turcarelli enumera o desenvolvimento paralelo do back-end e GI, atendendo às mudanças do BCB e, principalmente, a antecipação do pré-cadastro de chaves. O sucesso, ressalta, deveu-se à organização das equipes em todas as frentes.

A escolha da Dextra foi quase natural. O Banco PAN trabalhava com a empresa havia cerca de um ano quando se deparou com a necessidade de incorporar mais um sistema de pagamento à plataforma. A Dextra atendia o banco em demandas, tais como no desenvolvimento de uma das frentes da conta digital. “Sempre chamamos a Dextra para os nossos desafios. O time deles é muito bom tecnicamente, o que é fundamental, porque, se não tivesse a senioridade adequada, não conseguiríamos entregar o PIX”, atesta Menezes.

A maior parte da equipe que desenvolveu o PIX no PAN foi da Dextra. “Era um projeto estratégico e complexo. Escolhemos a Dextra devido ao relacionamento de confiança que tínhamos e a Dextra colocou um time de ponta”, diz Marise. “A Dextra super comprou o desafio e tivemos sucesso pelo comprometimento do time”, completa Isabella Romão Faedo, product owner do projeto PIX.

Saiu na mídia

Banco PAN implanta Pix com Dextra

A instituição lançou sua conta digital em fevereiro de 2020 e, logo depois, focou no novo projeto.

No Banco PAN, transações com PIX já superam volume de TEDs

Resultado vem menos de 6 meses após implantação do sistema de pagamentos instantâneos, que contou com desenvolvimento ágil da Dextra

Conheça nossos cases

 

  • Muita gente fala em tecnologia no Brasil. Muita gente só fala.

    Aqui não. Marque uma conversa.